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Depois das muletas… FisioTERAPIA 3 Dezembro, 2009

Posted by Jornalisticamente Incorreta in Viagens.
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Ele servia de muletas à minha auto-estima. Larguei-as. Ando por mim mesma. Nem sempre com firmeza, é certo, mas já não preciso dele. Isso é o que importa nesta nova etapa. Tenho um mundo de caminhos para descobrir. Tanto tempo dependi de olhos que não eram meus e agora enxergo sozinha. Perfeição não existe. Não em mim, não nele, não em qualquer pessoa que a vida trouxer. Amadurecer é difícil, exige mudanças e mudanças não têm certificado de garantia. Tudo o que elas trazem é a certeza de que nada, nem que se volte atrás, nunca será como antes. E não ser como antes costuma ser fantástico.

É ano novo em mim e, sem promessas ou resoluções mirabolantes, quero mudar. Sem medos. Apenas com a certeza de que não tenho certeza alguma e quero ser feliz. Viver é isso. Buscar a felicidade a cada dia. E ser feliz é isso: conquistar a si mesmo, a cada dia, entendendo e sentindo a beleza e a vida que há no universo ao redor, no estado de viver em si. Não existe felicidade plena e eterna. Não existe beleza completa. Não existe perfeição. E a felicidade, a beleza e a perfeição estão justamente nessa incompletude do mundo, nesse estado de evolução constante.

E eu não quero parar.

O retorno de quem não queria ir 23 Novembro, 2009

Posted by Jornalisticamente Incorreta in Viagens.
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É quase dezembro. Aqui estou eu. Não fui dessa para a melhor, não virei hippie, não casei com marido odioso das novas tecnologias. Simplesmente sumi. Acho que é um deslize perdoável, especialmente se considerarmos que “escrever mais no blog” é uma das minhas poucas resoluções de ano novo não cumpridas. Estou satisfeita com 2009. Foi um ano sobretudo de amadurecimento. Está sendo, aliás. Não vamos enterrá-lo antes da hora. Acho que finalmente cresci. Cresci onde é preciso crescer, o que é melhor, pois em certos recantos da alma faço questão de ser criança pra sempre. Tenho minha própria Terra do Nunca e poder visitá-la toda vez que preciso me faz mais forte para aguentar os trancos do dia-a-dia.

Tenho estado bastante sozinha e, apesar de às vezes triste e silencioso demais, isso tem seu lado bom. Estar sozinhos é nossa melhor oportunidade de dialogarmos conosco mesmos. E eu dialogo. E como! Quando não passo horas dialogando com o espelho, passo a me observar. Saudável o tal exercício de auto-análise. Às vezes dá medo, decepção, insegurança, dúvida. E é exatamente isso o que acontece quando observamos quem quer que seja. O estranho de observar a si mesmo é que você acaba percebendo o quão sujeito a falhas você é e acaba vendo de perto que não está muito longe daquela pessoa que parece tão de outro mundo e tão irritante. Acho que todos temos um pouco de espelho uns dos outros e a tarefa de inverter as posições e ver que a imagem refletida pro outro é a mesma que pra gente causa no mínimo estranhamento. Confuso? Sim. Pra mim também é. Por isso, é um exercício. E precisa ser repetido vezes e vezes até que… entendamos que não vamos entender nunca. Pelo menos não completamente. Conhecer-se é tarefa sem fim, exige reciclagem, recolocações, novos olhares. Somos uma metamorfose ambulante. E é isso que nos faz fascinantes.

Tenho sede de aprender. De conhecer os outros, de me conhecer. Escrever me ajuda nisso. Preciso fazer isso mais vezes. Estranho que escrever seja o que faço todos os dias. É o meu ganha pão. Quando digo escrever mais, digo escrever com a alma, com o coração palpitando (em todos os sentidos), sem regras e estilismos, sem dead line.

Melhor eu ir agora. Não escrevi tudo o que lateja no meu coração e no meu pensamento, mas acho que já é bom para um recomeço.

Quebra-cabeças 11 Abril, 2009

Posted by Jornalisticamente Incorreta in Viagens.
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Não sei mais quem eu sou.
Não sei mais quem ele é.
Não sei quem eles são.


Há uma interrogação dentro de mim, mas ela chega quando chegaram também muitas respostas.


A vida é uma quebra-cabeças de peças soltas. E só o tempo é capaz de encaixá-las. Passado, presente e futuro.


Pequenas cenas, fragmentos de vida que se encaixam, que levam uns aos outros e só depois de tudo percebemos. Tão limitada ainda é nossa inteligência!
Acho, contudo, que essa é a fórmula ideal. Não temos a sabedoria do tempo. Não temos a sabedoria necessária para vislumbrarmos o quebra-cabeças antes de encaixá-lo por inteiro, antes de vivê-lo.


Somos inquietos. A insapiência também dói. Dói não saber qual a próxima peça que iremos encontrar. Dói não saber onde e quando vamos encaixar a peça que vivemos agora.


E assim eu sigo: uma interrogação perambulando sobre um quebra-cabeças. Morrendo de medo de tentar encaixar alguma peça no lugar errado. E acabar danificando-a de vez.

Diário (póstumo) de bordo 14 Março, 2009

Posted by Jornalisticamente Incorreta in Criatividades e maluquices.
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Acabou que não escrevi no blog desde que voltei de Natal. A viagem foi linda, os roteiros inesquecíveis. Acho que merece um diário de bordo “póstumo”. Em todos os dias aconteceu algo no mínimo divertido ou inusitado e é por isso que resolvi contar algumas bobeirinhas. Vou postar aos poucos, pois, quando se trata de contar casos, tenho sérios problemas com objetividade! Talvez na tela do computador minhas histórias não tenham tanta graça, mas pelo menos vão dar uma idéia do que passei. E para quem não conhece o Rio Grande do Norte, pôxa… vai lá! Você não sabe o que está perdendo!

1º dia:

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Na falta de namorados ou de uma turma maior, fomos eu e Carol (nome fictício), minha amiga de infância. Precisávamos estar no aeroporto às seis da matina, o que significava muito sono, mas não exatamente pouca disposição. Afinal, pra quem trabalha cedo todos os dias, acordar às 4h30 para ir a Natal é realmente estimulante.

Lá fomos nós, então, arrastando nossas malas gigantes. Eu, em particular, me recuperando do incidente em que deixei a minha, já cheia, cair no meu pé. O peso máximo da bagagem individual é de 23 quilos. Confesso que tive receio de ultrapassá-lo, mas fiquei feliz ao ver o número na balança: 14. Quase nada perto dos “imensamente maiores” 16 quilos da mala da minha amiga (me vangloriei muito dos dois – DOOIS!- quilos a menos). De qualquer maneira, aquilo queria dizer que, somando-se os dois pesos, ainda tínhamos direito a 16 quilos de compras em Natal. \o/


Na sala de embarque, resisti bravamente ao cheiro de pão de queijo que invadia minhas narinas. Principalmente, depois de constatar que um suco de caixinha 180 ml custava em torno de R$ 5 (valor que, em lugares normais, eu pago pelo litro).

Pois bem. Já devidamente acomodada no avião, decidi recuperar o sono perdido, ou pelo menos tentar, já que ao meu lado estava um moço um tanto quanto fofinho (beeem fofinho), que acabava ocupando um pouquinho do meu espaço. O vôo foi tranquilo, só uma turbulência mais ousada me assustou, e o moço fofinho era gente boa. Acabou nos dando algumas dicas sobre a cidade.


No desembarque, uma surpresa: onde estava o sol da Cidade do Sol? O tempo estava nublado e ventava bastante. Aquilo não me afetou muito, de qualquer forma. Eu estava em Natal, oras! Aquilo haveria de ser passageiro.


No ônibus que nos levou ao hotel, fomos os penúltimos passageiros a serem deixados. Isso, no fim das contas, teve suas vantagens: fizemos um primeiro “tour” pela cidade e acabamos conhecendo um jovem casal conterrâneo, que ficaria no último hotel. Formou-se ali um quarteto imbatível. Eles foram nossos companheiros em quase todos os passeios pelas terras potiguares.


No hotel, depois da empolgação inicial com o quarto, que era enorme e tinha uma varanda impressionantemente perto do mar, tomamos um banho e resolvemos sair para comer. Na recepção, descobrimos o número do ônibus que seria, nos próximos dias, nosso grande e problemático companheiro, o 56. Sempre cheio, com poucos horários, motoristas mal humorados e metidos a corredores de Fórmula 1.


Depois de cansar nossa beleza à espera do 56 e ouvir muitas buzinas de motoristas que passavam pela quase deserta Via Costeira, chegamos ao Praia Shopping, nosso shopping oficial durante a estada na cidade. Reconhecemos o terreno e decidimos almoçar em um self-service ao lado, pois seria uma opção mais barata e rápida. Àquela altura, já eram quase três da tarde e nossos estômagos não estavam muito pacientes.


Justamente pelo avançado da hora, as “panelas” estavam quase vazias, mas comemos o que tinha. No meio do almoço, começou o temporal. Olhávamos para o lado de fora extasiadas. Difícil acreditar que planejamos tudo com tanta antecedência e saímos de tão longe para encontrar a Cidade do Sol debaixo d’água. Não era uma simples chuva. Era uma tempestade.


Quando amenizou, saímos do restaurante, passeamos no shopping e fomos a um centro de artesanato que ficava lá perto. Enoooorme. Quatro andares de lojas e muitas, muitas, muiiitas tentações. Já havíamos nos “esquecido” da chuva, quando, no caminho para o hotel, uma jovem natalense nos lembrou: “Aqui não costuma chover, mas, quando começa, vai a semana inteira”. Oh my God! Pânico geral.


(…)

Feliz Natal!!! 22 Fevereiro, 2009

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Carnaval, cidade às moscas. Que saco. Ou melhor, seria um saco, se eu não tivesse uma deliciosa carta na manga: estou indo pra Natal amanhã! \o/

Ebaaaa! As dunas do Rio Grande do Norte que me aguardem.
Com muita, muuuita emoção.

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Libertação 8 Fevereiro, 2009

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Você me prende. Queria que me deixasse ir. Queria ser livre. Quero mais. Quero ir além. Quero alguém que, como eu, goste de voar. Que entenda o que eu entendo, que flutue com o que me faz flutuar. Quero pular sem medo de cair. Quero viver. Sem traumas, sem limites, sem medos, sem regras, sem formalismos. Quero me olhar no espelho e dar de ombros se estou ou não nos padrões do mundo. Quero cair e levantar sem achar que, com a queda, cheguei ao fim do mundo. Não quero ser o que você espera de mim. Quero que me espere simplesmente. Sem horários, sem locais pré-determinados, sem figurinos escolhidos à dedo. Quero ser mais. Não quero trocar o infinito, a essência, minha alma, meu espírito, por um mundo cheio de regras e sonhos que não são meus. Sei que você tentou. Sei que você vai seguir aprendendo. E quem sabe o caminho que me leva ainda cruze o seu. Vai ser bom te encontrar quando tiver entendido tudo. Foi bom enquanto eu achei que, abraçada à você, uniríamos nossas asas e poderíamos voar… Agora me deixe. Já vou tarde. Te espero nas estrelas, quando resolver jogar todo esse peso fora e voar também.

8 Fevereiro, 2009

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Luísa nos deixou em 4 de fevereiro de 2009.
Dia do aniversário de meu pai.


Mais uma vez, percebo o quão tolos somos. Nós que esperávamos um dia de comemorações, tivemos mais uma surpresa da vida…

Lições que a vida nos dá 25 Janeiro, 2009

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Ok, eu sei. Estou descumprindo uma das metas de ano novo: escrever mais no blog. Justifico: é que eu andava ocupada cumprindo algumas das outras. Andei tratando de esquecer alguém que me fazia muito mal. E isso dói. É um processo lento e difícil, cheio de altos, baixos e riscos de recaídas. Andei cuidando da minha família e dos meus amigos. Andei marcando uma viagem – nada demais, só um pulinho ali em Natal ;) Andei saindo um pouco também. E, principalmente, andei pensando, pensando bastante, filosofando. Nossa, como isso é bom!

Hoje tenho uma história triste. Não era bem o que esperava contar aqui no blog, mas VIVER A VIDA com todos os seus V’s, sílabas e significados, também implica ter histórias tristes pra contar. Faz parte da nossa jornada. Hoje acordei com o choro da minha mãe, me chamando na cama. Pensei logo na minha vovó, no alto de seus 82 anos. Tendência do ser humano achar que os mais velhos nos deixarão primeiro. Esquecemos que a vida costuma pregar peças e, muitas vezes, nos provar que não sabemos de nada, não somos nada, e nada podemos diante da sua força, dos seus caminhos, das suas lições.


Não era minha vovó. A notícia era sobre Luísa, uma doce criança de três anos incompletos, neta de um casal de grandes amigos da família. Luísa tem câncer na cabeça e, depois de quase três anos de luta (sua vida inteira), em salas de operação, CTI’s, exames de sangue, quimioterapias, radioterapias, enfim… Depois de passar a maior parte de sua vida no “pital”, como ela diz, Luísa está em coma, com apenas 1% de chance de sobreviver.


Prefiro ser otimista. Não quero pensar nos 99% que estão do outro lado. Acredito neste 1%. E tenho certeza que, em seu soninho de anjo, Luísa também acredita. Ela é uma criança alegre, que sempre demonstrou o quanto quer viver. E agora ela me ensina o quanto sou pequena, o quanto o mundo é pequeno, o quanto de nada vale o dinheiro, o status, a beleza e tantas outras coisas tolas que o mundo insiste em cultivar, quando não temos a real riqueza que Deus nos deu: a saúde e a oportunidade de abraçar aqueles que amamos, de com eles trocar afeto, idéias, experiências, gargalhadas, solidariedade, amadurecimento. A família de Luísa tem recursos e fez tudo o que era humanamente possível para salvá-la. A questão é: nem tudo é humanamente possível. Dói muito, é difícil, mas a lição fica. Pra sempre.

Feliz Ano todo! 2 Janeiro, 2009

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E aí está ele, novinho em folha: 2009!
Que seja bem-vindo e traga boas novas!

2009


Já ouvi de alguns psicólogos que, quando escrevemos nossas resoluções, elas se fixam melhor em nossa mente e, assim, conseguimos cumpri-las com mais facilidade. Acho melhor garantir, então, né?


Lá vão minhas resoluções para 2009:

  • Ser mais leve.
  • Ser menos medrosa.
  • Sair mais (o que não significa virar baladeira, apenas ir mais a lugares que eu gosto, entre os quais se incluem teatro e cinema).
  • Juntar uma graninha para dar entrada em um ap!
  • Viajar. \o/
  • Esquecer quem e o que não me faz bem.
  • Ser mais espiritualista e menos materialista.
  • Ajudar mais as pessoas.
  • Cuidar de mim.
  • Dar a devida importância e atenção ao trabalho. Nem mais, nem menos.
  • Não ter receios de ser eu mesma.
  • Saber dizer não’s, quando for em prol de sagrados sim’s.
  • Escrever mais no blog!
  • Ler mais.
  • Filosofar mais (faz bem).
  • Manter o peso entre os 48 e os 50 kg (claro que não poderia faltar).
  • Fazer atividades físicas (idem).
  • Passar – e ser chamada – em um concurso melhor.
  • Cultivar as amizades.
  • Valorizar e cultivar as relações familiares.
  • Conhecer, reconhecer e ficar junto do cara que eu espero.
  • Evoluir pessoal e profissionalmente.
  • Ser feliz!
  • É claro que não estão todas aí. Vou me lembrar de algumas depois, outras vão aparecer no decorrer do ano e muitas dessas valem para a vida inteira. De qualquer maneira, acho importante escrevê-las e, se eu conseguir cumprir pelo menos a maioria, ficarei feliz.

    Acho que comecei o ano bem. Estamos só no segundo dia e eu já: saí de casa, fui ao aeroporto (quero voltar mais vezes este ano, principalmente se for para embarcar), comi chocolate, senti o vento no rosto, tomei decisões (chorei com elas, mas sabendo que estava fazendo a coisa certa), dei um basta em situações que precisavam de um basta, ganhei presente, dei presente, falei com pessoas que eu amo, abracei pessoas que eu amo, vesti roupas novas, marquei passeios com as amigas, abri caminhos para o novo.


    Que este ano seja 2009% mais abençoado! Para todos nós.

    Ufa! 28 Dezembro, 2008

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    2009

    Três dias para acabar o ano. E só agora sinto que consegui colocar as coisas no lugar e, finalmente, respirar.


    2008 foi um ano sóbrio. Um cara de terno, workaholic, que não se dá muito a aventuras. Espero um 2009 mais leve.


    Aqui estou escrevendo e ouvindo Legião. Não sei se Legião é uma boa escolha para esta época do ano. Renato Russo tinha o dom de traduzir em canções as tristezas mais profundas da alma humana. Mas também, é preciso dizer, tinha o dom de, com isso, nos revirar de ponta cabeça, instigando a reflexão, os questionamentos, o estranhamento com as coisas do mundo. E isso, sim, é essencial nesta época.


    Um ano sóbrio não nos dá muito tempo para pensar. E, nossa, como isso me faz falta! Pós-graduação, inglês, trabalho, trânsito, concursos A,B e C, dúvidas, conselhos, consolos… Tudo isso roubou-me preciosas horas de reflexão. Tudo isso me roubou um pouco de mim. E espero, sinceramente, que 2009 me traga de volta. Para ele, tenho planos e esperanças verdadeiras. Expectativas, sonhos, certezas de que muitas bençãos estão por vir.


    Posso sentir o cheirinho de coisas novas, o frio na barriga da mudança, da metamorfose. E mais uma vez me lembro da canção de Marisa Monte que diz: “Eu sou uma borboleta, pequenina e feiticeira”. Que, em 2009, meus feitiços, que são todos do bem, tragam muitas alegrias e realizações a mim e a todos aqueles a quem amo.


    Tenho várias resoluções de Ano Novo. Quem sabe outro dia as mostro a vocês. Ou talvez seja melhor guarda-las no coração, aquecendo-as, para que nasçam junto com o ano que se aproxima.


    Que venham as bençãos!


    Confio que, em 2009, sem ternos e sem excessos de sobriedade, terei muitas coisas boas a contar. Até lá, então!

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